Após os problemas com o medelo caixa de captura, a garra foi recolocada, sendo que o problema foi resolvido através de uma alteração na programação: após a captura, o motor da garra se manterá acionado, com menor potência, garantindo maior fixação do sobrevivente.
A função de seguir linha foi terminada e funcionou perfeitamente na ida, porém não na volta de ré*. Foi percebido que, para que a detecção de linha funcione corretamente, o sensor de luz não pode estar no centro de comprimento do robô. Ele precisa estar legeiramente à frente do centro, e na volta de ré essa posição se inverte, ficando atrás do centro e comprometendo a leitura.
Será necessário balancear o centro de massa e fazer com que o robô gire após capturar o sobrevivente, retornando de frente. Para isso, deu-se início às modificações mecânicas, alterando a esteira e a posição do NXT.Esta reunião mais do que comprovou o completo descaso dos membros Vinícius Monteiro, Luth Gouveia e Diogo Motta com o projeto.
*A mecânica do RISSI tem o centro de massa concentrado na parte traseira, para dificultar capotagens ao descer a rampa, e seu retorno seria realizado em marcha ré para obter essa mesma vantagem na volta.
A reunião contou com a presença de:
- Filipe Abubakir
- Matheus Aguirre
- Matheus Cédro
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